A stack

Como a Kanami opera.

O site que você está vendo é o método se demonstrando: cada escolha aqui dentro é a mesma que a gente aplica no seu projeto.

Medir, não olhar

Todo site que sai daqui passa por bateria de testes automatizados: imagem quebrada, fonte que não carregou, rolagem horizontal em tablet, peso da primeira visita. O que quebra site de verdade não aparece numa olhada. Aparece numa medição.

Código autoral

As animações desta página não vêm de biblioteca: são canvas escritos à mão, com qualidade adaptativa: se a sua máquina não segura o frame, o efeito se degrada sozinho até rodar liso. Site bonito que trava é site feio.

Encontrável por humanos e por IAs

Cada projeto sai com a camada GEO completa: dados estruturados amarrados numa entidade única, llms.txt, sitemap e robots liberado pros crawlers de IA. É o que faz ChatGPT, Claude e Perplexity entenderem e citarem o negócio, não só o Google.

IA na rotina, não no palco

A Mirai, o sistema de IA da casa, roda por baixo da nossa própria operação: memória do negócio, conteúdo, relatórios e publicação. A mesma que instalamos no cliente. Se a gente não usasse, você não deveria comprar.

Retrato oficial da Mirai em estilo mangá com retícula
  • Next.js · export estático: a página inteira é arquivo, sem servidor pra cair
  • Canvas 2D · as duas animações-assinatura, portadas e recoloridas à mão
  • Playwright · renderiza peça, gera PDF e testa cada deploy por medição
  • Claude · o motor da Mirai: Agent SDK, memória e skills sob medida
  • Sharp · toda imagem sai em AVIF/WebP no tamanho real de uso
  • Fontes locais · zero requisição externa: nada de Google Fonts em produção